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“O castigo que existe para aqueles que não se interessam pela política é serem governados por aqueles que se interessam”.
Arnold Toynbee, economista inglês do século XIX.

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27 maio 2010

Portugal está muito próximo de desaparecer

QUARTA-FEIRA, 26 DE MAIO DE 2010

Portugal está muito próximo de desaparecer por completo.

"We are in the verge of a global transformation, all we need is the right major crisis and the nations will accept the New World Order".
David Rockeffer.

O grupo de traidores que governa a nação com o intuito de a escravizar agora tomou mais uma iniciativa, no momento ideal, para preparar a destruição completa de Portugal e a incorporação do seu território e dos seus habitantes na Nova Ordem Mundial.
O facto é fundamental para se compreender de vez o golpe que estão a preparar os internacional-socialistas que continuam a sua obra de redução da nação à terra arrasada, mas com um aparato de controlo ultra-sofisticado (cartão único, chips de localização, câmaras, ...), pois também é revelador da forma como se dará o golpe final.
O ministro da Defesa Augusto Santos Silva, o traidor internacional-socialista que esteve na reunião Bilderberg em Vancouver, planeia cortar os efectivos das forças armadas em 25% por ano até 2013, o que significa reduzir as já reduzidas forças do exército português de 40 mil para menos de 17 mil, o que é o mesmo que acabar com o exército e convidar qualquer um a tomar Portugal, que nem um sistema de milícias possui!
Falam os traidores da necessidade de o fazer por causa da crise financeira. Interessante que não adoptam os mesmos critérios em relação aos burocratas, que passam dos 700 mil e são a grande fonte de despesas do Estado, além, é claro, da multidão de ociosos que aceitou a condição de populaça romana, dos gastos do Estado com obras que enriquecem umas poucas corporações e outras coisas que não discutirei aqui por já ter escrito muito sobre isso.
Ao mesmo tempo segue a campanha de desarmamento civil encoberto - vão fazer agora três anos que licenças de porte não são concedidas por causa da não abertura dos ridículos cursos ministrados perto de Fátima - e a desmoralização das forças armadas é incentivada com os constantes torpedos mediáticos disparados contra os submarinos.
Esta campanha acontece enquanto o país continua em direcção ao desastre. Não podemos esquecer que a Grécia já alertou para o que nos espera. Pergunto a todos:

Não é estranho que políticos que nada possuem de bravura (Augusto Santos Silva é só mais um exemplo de covardia física e mental), que têm todas as razões para temer a desordem e a violência e normalmente reagiriam reforçando o aparato de defesa, façam justamente o contrário?

Sim, numa situação normal. Mas o que se pode retirar disso tudo, e é afirmado até nos escritos e discursos dessa máfia (Procurem pelo livro "Que Nova Ordem Mundial", do Almeida Santos), é que as condições para uma intervenção de forças da União Europeia estão a ser criadas agora. Dentro de pouco tempo, com certeza em menos de 15 anos, veremos tropas de soldados franceses, alemães e espanhóis por cá, não tenham dúvidas disso.
Se quiserem imaginar como será, leiam com atenção este artigo do Tratado de Lisboa e a convenção onde ele fica explicado:

TRATADO DE LISBOA

Art. 6º

2. A União adere à Convenção Europeia para a Protecção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais.

Convenção Europeia para a Protecção dos Direitos do Homem e das Liberdades Fundamentais.

TÍTULO I

Direitos e liberdades

Artigo 2.º

Direito à vida

1. O direito de qualquer pessoa à vida é protegido pela lei. Ninguém poderá ser intencionalmente privado da vida, salvo em execução de uma sentença capital pronunciada por um tribunal, no caso de o crime ser punido com esta pena pela lei.

2. Não haverá violação do presente artigo quando a morte resulte de recurso à força, tornado absolutamente necessário:

a) Para assegurar a defesa de qualquer pessoa contra uma violência ilegal;
b) Para efectuar uma detenção legal ou para impedir a evasão de uma pessoa detida legalmente;
c) Para reprimir, em conformidade com a lei, uma revolta ou uma insurreição.

Senhores, devemos nos preparar para a guerra. Preparem os vossos espíritos e as vossas almas. Ainda podemos reverter a situação, com grandes dificuldades. O mais importante é encarar a realidade com coragem e lutar. Se tivermos fé, Deus estará do nosso lado, sempre.

Fortes fortuna adiuvat!


PUBLICADA POR CARLOS VELASCO EM 11:38

09 março 2010

Nova Ordem Mundial

06 março 2010

BILL GATES: Vacinas e Abortos para diminuir a população

BILL GATES: VACINAS E ABORTO PARA DIMINUIR A POPULAÇÃO

Bill Gates assume-se publicamente como um membro do "Comité dos 300"

Depois de todos os rumores que circulam na blogosfera de que os llluminati, Bilderberg, Comité dos 300, CIA, KKK e outras Sociedades Secretas e grupos fundamentalistas estão a preparar no segredo algumas acções que levarão à morte de milhões de pessoas com o objectivo de "limparem" o planeta de "bocas inúteis", numa desesperada tentativa para salvarem o planeta para as elites, vem agora Bill Gates, com fortes ligações à CIA, aos Bilderberg e aos llluminati afirmar publicamente numa conferência que, para se reduzir as emissões de CO2 é urgente vacinar a população mundial, para a reduzir em cerca de 15 a 20%...!!! Bill Gates já é conhecido por falar muitas vezes em público com recurso a metáforas satânicas, mas afirmar que o aborto e certas vacinas poderiam resolver o problema do carbono, deixam uma clara mensagem: vacinas ministradas à população mundial para causar a sua morte a curto ou médio prazo. Este é aliás um dos pontos que consta nos terríveis princípios do famoso e ultra-secreto grupo - O COMITÉ DOS 300 - de onde saem e sairão a maioria das decisões da maquiavélica e desumana agenda llluminati da NOVA ORDEM MUNDIAL.

in http://amafiaportuguesa.blogspot.com/2010/03/bill-gates-vacinas-para-diminuir.html

O Clube de Roma e a Nova Ordem Mundial

O CLUBE DE ROMA E A NOVA ORDEM MUNDIAL

algumas das caras dos que defendem "um" poder centralizado global - o da NWO



O Clube de Roma, fundado em 1968, é uma das mais influentes organizações não-governamentais do mundo, reunindo economistas, industriais, banqueiros, chefes-de-estado, líderes políticos e cientistas de vários países para analisar a situação mundial e apresentar previsões e soluções para o futuro. Em 1972 publicou o seu primeiro relatório – “Os Limites do Crescimento” – concluindo que a economia capitalista acabaria numa crise sem precedentes afectando todo o mundo. Esta crise seria o resultado de alguns fenómenos associados, tais como: esgotamento de recursos naturais e energéticos, hiper-crescimento populacional, escassez de alimentos, desemprego em massa, poluição ambiental e guerras territoriais. Isso cria um terreno propício à instalação de um governo totalitário, que nem seria de esquerda nem de direita, mas um regime opressor dos pobres e excluídos. Obcessionados pelo controlo individual e de grupos que lhes dará o poder total sobre o planeta, esta elite espera que surja um grande líder único, depois de uma grande catástrofe global, natural ou humana. Um só governo planetário - A NOVA ORDEM MUNDIAL – será eleito, não pela população, mas por nomeação directa de um comité deste grupo – o COMITÉ DOS 300 (tal como na União Europeia muitos cargos já são por nomeação directa). Foram, por exemplo, elementos da CIA e do KKK (que mais tarde viriam a estar ligados à fundação do Clube de Roma) que levaram John Kennedy a assinar o Código da Ordem Executiva 11490 que prevê, em caso de emergência nacional, tomar conta em apenas uma hora de todos: os meios de comunicação; centrais eléctricas; companhias de petróleo; stocks de alimentos; meios de transporte; hospitais e centros de saúde, escolas, instituições de apoio social; instituições financeiras e todos os cidadãos, que serão convocados como servidores do governo e cidadãos do mundo. Nestas condições, todas as pessoas serão imediatamente cadastradas pelas agências de correios e controladas pelo Presidente dos EUA e pela CIA.

Este mesmo grupo, um pequeno grupo da CIA, terá mandado “reformar” antes do tempo, Marylin Monroe, Bruce Lee (um espião da CIA na China), Martin Luther King e o próprio John Kennedy. Defendem o uso da guerra como instrumento para mudanças rápidas socio-económicas e que originam novos começos. O melhor exemplo disso foi a 2.ª Guerra Mundial, na qual os EUA tiveram um papel decisivo antes e depois do conflito. Rockfeller, por exemplo, criou condições na Europa para que Hitler obtivesse financiamento ilimitado da banca americana e europeia, e petróleo da Rússia, comprado por diversas companhias que posteriormente o tratavam e entregavam à Alemanha Nazi. Hitler desenvolveu a sua máquina de guerra (a famosa Wehrmacht apresentada nos Jogos Olímpicos de Berlim em 1936) à conta destes favores americanos e com o apoio das companhias de aço europeias, as mesmas que depois de ganharem dinheiro a construir armamento para ambos os lados do conflito, resolveram no pós-guerra criar a Comunidade Económica Europeia. Quando Hitler e as suas SS se viram com demasiado poder nas mãos (tinham sido apoiados por todas as Sociedades Secretas internacionais, tendencialmente de extrema-direita que ambicionavam afastar do Ocidente o bolchevismo soviético e o comunismo chinês) pensaram que poderiam derrotar até a forte aliança Inglaterra-EUA, que, secretamente os tinha apoiado. Esta guerra gerou negócios infindáveis para todos os envolvidos, desde o saque de países dominados, à produção bélica, às indústrias a ela associadas, à banca, ficando todo o dinheiro concentrado em poucas instituições e grupos económicos privados, maioritariamente controlados pela rede comum de dominadores: os llluminati, expandidos e fortalecidos por todo o mundo directamente por agentes secretos da CIA. Hitler era, ele próprio, um llluminati que recebia ordens de um grupo de 12 cavaleiros das SS ordenados pelas mais secretas lojas maçónicas da Alemanha e da Áustria e que se reuniam num castelo pouco conhecido na Alemanha (em Wewelsburg), em forma triangular com três círculos nos vértices (o símbolo da Maçonaria e dos llluminati) e com uma sala circular ritual no piso inferior. As SS usavam um uniforme negro, não só em referência à guarda pretoriana da Roma Antiga, como aos trajes negros usados nas reuniões secretas destas sociedades renascidas do movimento dos “Iluminados da Baviera” em 1776 (os quais decidiram que o mundo seria dominado por um punhado de homens poderosos que teriam todo o dinheiro do mundo nas suas mãos).

Assim chegámos aos dias de hoje, momento em que A NOVA ORDEM MUNDIAL é frequentemente referida nos Media por personalidades políticas como o Presidente da Comissão Europeia – Durão Barroso, Lula da Silva, Presidente do Brasil, pelo ditador Hugo Chávez ou mesmo por Barack Obama. Por detrás desta Nova Ordem Mundial existe uma rede de sociedades secretas e ocultistas que tem trabalhado incessante e incansavelmente na sombra e no sigilo pela concretização dos ideais desta elite dominadora: Bilderberg, Maçonaria, llluminati, Rosacruz, Caveira e Ossos, Antroposofia, Logosofia, Teosofia, Eubiose, ONU, Clube de Roma, Fundação Rockfeller, Greenpeace, Rotary Club entre muitos outros. Pretendem instaurar um governo mundial único concentrando os blocos económicos mais fortes do mundo: a comunidade de países independentes, (antiga URSS), o NAFTA (Canadá, EUA, México), UE (União Europeia), Mercosul, ALCA (União das Américas), e Tigres Asiáticos e geridos pelo FMI (Fundo Monetário Internacional) e FME (Fundo Monetário do Oriente). O plano consiste em fortalecer esses blocos, e depois fazer a fusão de todos, numa só economia, uma só moeda, uma só religião, uma só lei. Os blocos são apenas o embrião do Governo Mundial. Para isso instigam o desinteresse da maior parte da população por assuntos ligados a economia e política distraindo a maioria das pessoas com problemas criados pelas suas instituições e por catástrofes, de que é exemplo a “artificial” crise económica mundial actual, a qual apenas está a servir os grandes grupos empresariais, que despedem pessoas “mais de esquerda” e promovem os seus membros com prémios chorudos em dinheiro e falsas valorizações profissionais.

O Clube de Roma estendeu as suas ligações ao antigo KGB (actual FSB) , à Mossad e à Interpol através das sociedades secretas de onde saem agentes secretos e muitos polícias de investigação, polícias de segurança nacional ou militares de alta patente, todos formatados pelos códigos e procedimentos da CIA, com vista à unificação de procedimentos policiais em todo o mundo. As polícias serão aliás o novo exército romano deste Clube de Roma, pois garantirão a fase final do plano, no qual as pessoas comuns perderão assumidamente todos os seus direitos humanos de cidadãos, tal como o perderam na Alemanha Nazi desde o momento em que Hitler foi eleito chefe do partido nacional socialista. A espiral de poder totalitário organizado iniciada pelos Faraós egípcios, Alexandre Magno, César, Constantino e continuada por Carlos Magno, Henrique VIII, Napoleão e Adolfo Hitler é agora reunida num grupo que prepara o aparecimento de um novo ditador apoiado por eles e que lançará o mundo na maior Idade de Trevas da história da humanidade. Osama Bin Laden tem certamente conhecimento destes factos, por isso atingiu o coração da CIA: NY e o Pentágono. Imediatamente George W. Bush, assumido membro dos Skulls & Bonés (poderosa sociedade secreta da CIA) lançou a maior ofensiva militar alguma vez lançada depois da 2.ª Guerra Mundial com o apoio da Inglaterra, uma vez mais (repetindo a história da 2.ª Guerra Mundial), violando mesmo a legislação americana do senado e levando Tony Blair a violar as leis do próprio Parlamento Inglês. A NATO, por exemplo, funciona na Europa como um gigantesco aparelho militar dos EUA aí “estacionado” com dispendiosos orçamentos pagos pelos contribuintes europeus, uma espécie de base militar avançada, com o mesmo propósito que originou a 2.ª Guerra Mundial: evitar que o Comunismo alastre à Europa Ocidental e aos EUA. Mas uma nova guerra-fria já se levanta no horizonte. A China, a Rússia, o Afeganistão, o Irão e a Coreia do Norte, agora na posse de armamento nuclear em largas quantidades começam a unir-se económica e militarmente numa repetição da perigo da Guerra-Fria dos anos 80 do séc. XX. A seguir às catástrofes naturais, que já se desconfia que não sejam assim tão “naturais” (a arma secreta norte-americana HAARP parece estar a criar fortes perturbações no clima), à crise económica que se acentua cada vez mais (EUA, a Grécia, Portugal e Espanha apresentam-se sem soluções para o futuro) e ao desemprego em massa, poderá juntar-se a machadada mundial da GUERRA ? Infelizmente a história prova-nos que, quando os chefes de estado não têm soluções para resolver crises, lançam-se em guerras como forma de fazerem renascer das cinzas um novo espírito de mudança. As guerras sempre serviram os poderosos, apenas…

NOTA: Em 1999 os Bilderberg reuniram na Quinta da Penha Longa que também é conhecida por "César Park", uma curiosidade "romana" deste grupo de onde saem elementos que pertencem ao CLUBE DE ROMA. Dizer que são coincidências destes novos "imperialistas" de extrema-direita será tão leviano como não considerar perigosas as decisões secretas que estes tomam contra os Estados de Direito Democráticos e Republicanos Soberanos distribuidos por todo o mundo.

in http://amafiaportuguesa.blogspot.com/2010/03/o-clube-de-roma-e-nova-ordem-mundial.html

31 março 2008

Poder Global


segunda-feira, 31 de Março de 2008
O PODER GLOBAL

(ARTIGO LIDO EM http://www.midiasemmascara.com.br/artigo.php?sid=4819)


Os inventores do mundo futuro
por Olavo de Carvalho em 03 de maio de 2006

Resumo: A alta elite financeira e a militância vociferante, que os iluminados comentaristas da nossa midia apresentam como os dois polos de um conflito de vida e morte causado pela "desigualdade" e pela "injustiça social", são exatamente uma só e mesma força.

© 2006 MidiaSemMascara.org


Para aqueles que estão acostumados a desprezar como "teoria da conspiração" a hipótese de que o Council of Foreign Relations trama com o Grupo Bilderberg e outros círculos de milionários a implantação progressiva mas rápida de um governo mundial, o próprio CFR acaba de dar uma resposta definitiva, num documento oficial em que assume de vez o projeto e a parceria tão longamente descartados pelos onissapientes comentaristas da mídia.
No relatório "Building a North American Community", recentemente divulgado, o mais poderoso think tank globalista dos EUA propõe nada menos que a abolição das fronteiras entre Canadá, México e EUA e a transformação do continente numa "área onde o comércio, o capital e as pessoas circulem livremente", a base para "o ingresso mais fácil no território americano".
Num momento em que a população americana em peso clama por um controle mais rigoroso das fronteiras e os especialistas militares alertam para os perigos incalculáveis do fluxo contínuo de terroristas e narcotraficantes camuflados de imigrantes ilegais chicanos, a declaração mostra o total desprezo da elite globalista bilionária pela segurança nacional. Não resta a menor dúvida de que o CFR planeja sacrificar friamente a nação americana no altar da unificação administrativa do mundo, a ser atingida, segundo a idéia do velho Morgenthau, por meio de progressivas integrações regionais.
Porém o mais surpreendente no relatório é a admissão de que a fusão dos três países deve ser feita "segundo as linhas propostas pelas conferências de Bilderberg e Wehrkunde, organizadas para fomentar as relações transatlânticas".
Até agora, esses nomes jamais tinham aparecido num documento oficial do CFR. Bilderberg e Wehrkunde são grupos altamente secretos de potentados da política e da economia que se reúnem periodicamente, sob precauções de segurança maiores que as de qualquer encontro de chefes de Estado, para planejar a implantação de um governo mundial e inaugurar uma nova civilização planetária, incluindo, segundo seus críticos, a fusão de todas as religiões num novo culto biônico inspirado no lixo teosófico de Madame Blavatsky e Alice Bailey. Na última reunião dos Bildergergers, em Sintra, Portugal, a cidade inteira foi bloqueada à entrada de repórteres, enquanto, fechados a sete chaves, longe de toda fiscalização crítica, tipos como os Rockefellers, Gorbachov, George Soros e, modéstia à parte, o nosso Fernando Henrique Cardoso, inventavam o mundo em que vão viver nossos netos.
Ao proclamar sua adesão aos objetivos das conferências Bilderberg e Wehrkunde, o CFR confirma ao menos uma parte do que foi denunciado em alguns clássicos da "teoria da conspiração", como "None Dare Call It Conspiracy", de Gary Allen e Larry Abraham (Sealbeach, California, Concord Press, 1972), e sobretudo o mais recente e informado "The Brotherhood of Darkness", de Stanley Montieth (Oklahoma City, Hearthstone Publishing, 2000).
Essa confissão basta para explicar por que, arriscando atrair o ódio da base conservadora que o elegeu, o presidente George W. Bush, pertencente a uma família tradicionalmente ligada ao CFR, insiste em dar seu apoio ao projeto de anistia para doze milhões de imigrantes ilegais, elevando ao nível de uma ameaça apocalíptica os riscos de segurança que, por outro lado, ele anuncia querer controlar com mão de ferro. O projeto não só conta com a rejeição maciça do eleitorado americano, mas foi apresentado por dois políticos que Bush teria razões de sobra para considerar seus inimigos: Ted Kennedy, o mais devotado patrono de todas as causas esquerdistas, e John McCain, um republicano que mesmo examinado em microscópio não se distingue facilmente de um democrata.
Os interesses maiores do globalismo, evidentemente, transcendem as considerações eleitorais, o respeito pela vontade popular e a profunda inimizade política. Segundo o documento do CFR, George W. Bush, o presidente mexicano Vicente Fox e o primeiro-ministro canadense Paul Martin já se declararam "comprometidos" com a causa ali anunciada, quando do seu encontro no Texas em 23 de março de 2005.
No entanto, seria ingenuidade imaginar que o apoio da elite globalista ao estupro das fronteiras se limita a declarações de intenções. Ele inclui o planejamento e a sustentação financeira de ações políticas decisivas.
O relatório "Building a North American Community" foi publicado sob o patrocínio de um grupo de grandes empresas, entre as quais a Archer Daniels Midland Corp., ADM, o maior suporte financeiro do senador Sam Brownback. Logo após receber uma bolada de dinheiro da ADM, esse republicano do Kansas saiu alardeando apoio ao programa de anistia para os ilegais, anunciando que o fazia por piedade cristã.
A luta dos globalistas pela causa mais impopular que já se apresentou na arena política dos EUA também não se contenta com subsidiar manobras parlamentares. Inclui a arregimentação das massas e a ajuda a protestos violentamente anti-americanos. O Boletim G-2, publicado pelo assombroso repórter Joseph Farah como apêndice de seu jornal eletrônico WorldNetDaily, revela na sua última edição os principais suportes financeiros por trás dos movimentos que, para muito além da anistia aos ilegais, visam a entregar ao México os territórios do Texas e da Califórnia. Os mais poderosos entre esses movimentos são "La Raza", "Lulac" (League of United Latin American Citizens) "Maldef" (Mexican American Legal Defense and Educational Fund) e "Mecha" (Movimiento Estudiantil Chicano de Aztlan). Os quatro são financiados por fundações e corporações milionárias associadas ao CFR, como Rockefeller e Ford, Bristol-Meyers Squibb, Chemical Bank, Chevron, Chrysler, General Motors, General Electric, Lockheed, Rockwell, Southwestern Bell, Quaker Oats, Verizon Foundation, AT&T Foundation e o Open Society Institute de George Soros. "La Raza" foi praticamente criada pela Fundação Ford.
Esses quatro movimentos organizaram os recentes protestos que hastearam bandeiras mexicanas pelas ruas dos EUA e anunciaram, nas palavras de Mario Obeldo, líder histórico da Mecha, condecorado em 1998 por Bill Clinton, que "a Califórnia vai ser um Estado hispânico: quem não gostar vai ter de sair".
A alta elite financeira e a militância vociferante, que os iluminados comentaristas da nossa midia apresentam como os dois polos de um conflito de vida e morte causado pela "desigualdade" e pela "injustiça social", são exatamente uma só e mesma força. E o que move o conjunto não é nenhuma das "causas sociais" impessoais e anônimas que a pseudociência ensina serem os motores da história humana: é o planejamento vindo de cima, acompanhado dos meios financeiros, publicitários e políticos de realizá-lo.
Espero que o leitor mais desperto compreenda, à primeira vista, o quanto esses fatos tornam inviável e suicida o empenho de continuar pensando o mundo segundo as linhas usuais propostas pela tagarelice intelectual dominante. A identificação de globalismo e americanismo, por exemplo, que a totalidade das nossas classes falantes dá por pressuposta como elemento básico para a compreensão da política internacional, é uma besteira sem mais tamanho, e quem quer que insista nela depois do documento do CFR deve ser considerado um desinformante profissional ou um idiota incurável.
O aspecto mais deplorável em tudo isso não é somente que a humanidade seja arrastada por elites ferozmente ambiciosas em direção a objetivos que não lhe são sequer informados. É que as próprias ciências sociais, intoxicadas de conceitos explicativos que não explicam nada, estejam tão desarmadas para dar conta dos fatos de magnitude incomparável que estão, neste momento, determinando os destinos do mundo. Quando os agentes maiores do processo histórico têm planos que vão além da compreensão da intelectualidade média – para não falar da opinião pública em geral -, é inevitável que esses planos sejam postos em prática sem qualquer possibilidade de discussão crítica. Da noite para o dia, a humanidade atônita despertará num mundo novo, sem saber como foi parar ali nem quais são precisamente as regras do jogo. A ignorância geral terá se tornado um dos pilares do poder constituído. E o grupo dominante estará separado do povo por uma distância similar à que existe entre os deuses do Olimpo e uma multidão de cupins no subsolo.
Meus alunos são testemunhas do esforço que tenho feito para substituir noções pré-históricas de sociologia e ciência política por ferramentas descritivas mais adequadas à presente situação do mundo. Esforços similares vêm-se desenvolvendo em vários centros, mas sempre à margem da corrente acadêmica principal, congelada num verbalismo obsoleto e presunçoso que, se serve de alguma coisa, é de instrumento publicitário para a implantação de políticas que os próprios porta-vozes desse discurso não enxergam nem compreendem.
Não é preciso dizer que, baixando do plano internacional ao nacional, nada dos acontecimentos políticos locais pode ser explicado sem referência ao novo esquema de poder que está se formando no planeta. O apoio descarado das fundações globais bilionárias a movimentos revolucionários como o MST é o fato fundamental que vai determinar o destino nacional nos próximos anos, e os poucos que costumam mencioná-lo, como o sr. Lyndon LaRouche, só o fazem pelo viés de seus próprios planos, que não têm nada a ver com um desejo sincero de compreensão do processo.
Se a esquerda continua obscurecendo suas próprias ações com o discurso padronizado que camufla as verdadeiras relações de poder, nos círculos liberais e conservadores a discussão atém-se obsessivamente a proclamações doutrinais gerais que não ajudam em nada a esclarecer o que está se passando.
Para mim já se tornou evidente, por exemplo, que o sucesso no plano do Foro de São Paulo, a implantação da URSAL, União das Repúblicas Socialistas da América Latina, não somente não se opõe em nada aos objetivos do globalismo, mas contribui decisivamente para eles, fomentando uma integração regional que provocaria orgasmos em Hans Morgenthau e que, a longo prazo, só tornaria a América Latina ainda mais dependente dos bancos internacionais.
E não me venham com a ilusão risível de que o petróleo venezuelano é uma temível arma anti-imperialista. Ninguém no CFR ou nos círculos governamentais americanos ignora que o Estado do Colorado tem reservas de petróleo jamais exploradas, equivalentes a vinte vezes o total das reservas da Arábia Saudita. No Brasil ninguém sabe disso, porque não saiu naquela porcaria do New York Times. Mas o pessoal que em Washington lê revistas especializadas sabe que, se existe um país imune a chantagens petrolíficas (e, de quebra totalmente desnecessitado do petróleo do Iraque, para não falar da Venezuela), são os EUA.
Isso não quer dizer, é claro, que os planejadores globalistas sejam mentes geniais capazes de acertar em tudo. O Tratado Norte-Americano de Livre Comércio (North American Free Trade Agreement, Nafta), concebido pelo próprio CFR como um prefácio à integração total de EUA, Canadá e México, foi um fracasso sublime, e nem por isso os planejadores globalistas se deram por achados. Desde o Nafta, segundo dados da ONU, o número de lares mexicanos abaixo da linha de pobreza (menos de 60 dólares por mês) subiu de 60 para 76 por cento, enquanto o preço das tortillas, alimento básico da população, aumentou em 40 por cento. Os contribuintes americanos também não ganharam nada com isso, tendo hoje em dia de arcar com subsídios de 40 por cento para sua produção nacional de milho. E daí? Quando um sujeito acredita que tem na cabeça a solução para os males do mundo, nada detém sua volúpia de remexer os pilares do cosmos em nome de sua esplêndida utopia. Miséria e prejuízo são detalhes desprezíveis ante a grandiosidade épica dos planos globalistas.
Detalhe esclarecedor
Eu mal tinha enviado este artigo ao Diário do Comércio, quando chegou um despacho da Associated Press com a informação de que o parlamento mexicano acabava de aprovar a liberação do porte e uso de cocaína, maconha, heroína, LSD, anfetaminas, ecstasy e até 2,2 libras (sim, quase um quilo!) de peiote, o cacto alucinógeno que a empulhação literária de Carlos Castañeda celebrizou nos anos 70 como uma fonte de conhecimentos espirituais, porca miséria. A lei precisa ainda do aval do presidente Fox, mas, acrescenta a agência, “isso não parece ser um obstáculo”. Um porta-voz de Fox já demonstrou a satisfação do presidente com a medida, anunciando, com cinismo exemplar, que ela facilitará o combate ao narcotráfico.
A nova lei aumentará incalculavelmente o afluxo de jovens americanos viciados ao território mexicano, e é vista com maus olhos pelas autoridades políciais dos EUA, mas não resta dúvida de que ela dá um passo enorme em direção à supressão das fronteiras nacionais, pretendida pelo CFR e pelos Bilderbergers. Nos círculos globalistas, o maior financiador das campanhas pela liberação das drogas no mundo é George Soros - não por coincidência, também um dos mais generosos doadores de dinheiro para os movimentos de mexicanização da Califórnia e do Texas. Por enquanto, a multidão ainda não atinou com a unidade estratégica por trás de mutações catastróficas de escala global que aparecem na mídia idiota como frutos espontâneos da metafísica do progresso. Aos poucos, a identidade dos agentes por trás do processo vai aparecendo - e, no fim, como anuncia a Bíblia, “sua loucura se tornará visível aos olhos de todos”.

in http://bastaqsim.blogspot.com/2008/03/o-poder-global.html