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“O castigo que existe para aqueles que não se interessam pela política é serem governados por aqueles que se interessam”.
Arnold Toynbee, economista inglês do século XIX.

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24 fevereiro 2010

Rússia também denuncia EUA de provocar terremoto no Haiti

2010-02-24 16:58

A Frota Russa do Norte indica que o sismo que devastou o Haiti foi, claramente, resultado de um teste da Marinha norte-americana através de uma de suas armas de terremotos e que elaborou um diagrama de sucessão linear em relação aos terremotos denunciados que casualmente se produziram à mesma profundidade na Venezuela e em Honduras.

Desde o final da década de 70 do passado século, os EUA “avançaram muito” o estado das suas armas de terremotos e, segundo estes relatórios, agora empregam dispositivos que usam uma tecnologia de Pulso, Plasma e Sônico Eletromagnético Tesla junto com “bombas de ondas de choque”.

O relatório compara também as experiências de duas destas armas de terremotos da Marinha dos EUA na semana passada, quando o teste no Pacifico causou um sismo de magnitude 6,5 atingindo a área ao redor da cidade de Eureka, na Califórnia, sem causar mortes. Mas o teste no Caribe já causou a morte de, pelo menos, 140 mil inocentes.

Segundo o relatório, é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.

Quanto ao resultado final dos testes destas armas, o relatório adverte que existe o plano dos EUA da destruição do Irã através de uma série de terremotos concebidos para derrubar o seu atual regime islâmico. Segundo o relatório, o sistema experimentado pelos EUA (Projeto HAARP) permitiria também criar anomalias no clima para provocar inundações, secas e furacões.

De acordo com outro relatório coincidente, existem dados que permitem estabelecer que o terremoto de Sichuan, na China, em 12 de maio de 2008, de magnitude 7,8 na escala Richter, foi criado também pela radiofrequência do HAARP. Ao existir uma correlação entre a atividade sísmica e a ionosfera, através do controle da Radiofrequência induzida por Hipocampos, nos marcos do HAARP, conclui-se que:

1.- Os terremotos em que a profundidade é linearmente idêntica na mesma falha, se produzem por projeção linear de frequências induzidas.

2.- A configuração de satélites permite gerar projeções concentradas de freqüências em pontos determinados (Hipocampos).

3.- Elaborou-se um diagrama de sucessão linear dos terremotos denunciados em que casualmente todos se produziram à mesma profundidade.

- Venezuela, em 8 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.

- Honduras, em 11 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.

- Haiti, em 12 de janeiro de 2010. Profundidade: 10 km.

O restante das réplicas ocorreu em profundidades próximas dos 10 km.

Logo após o terremoto, o Pentágono informou que o navio-hospital USNS Confort, ancorado em Baltimore, convocou sua tripulação para zarpar para o Haiti, ainda que pudessem levar vários dias até a chegada no Haiti. O almirante da Marinha, Mike Mullen, chefe do Estado Maior Conjunto, disse que o Exército dos EUA trabalhava preparando a resposta de emergência para o desastre.

Fraser, do Comando Sul (SOUTHCOM), informou que navios da Guarda Costeira e da Marinha dos EUA na região foram enviados para oferecer ajuda mesmo que tenham recursos e helicópteros limitados.

O portaviões USS Carl Vinson foi enviado da base naval de Norfolk, Virginia, com sua capacidade de aviões e helicópteros completa e chegou ao Haiti nas primeiras horas da tarde de 14 de janeiro. Outros grupos adicionais de helicópteros unir-se-ão ao Carl Vinson, declarou Fraser.

A Agência dos EUA para o Desenvolvimento Internacional (USAID), já operava no Haiti antes do sismo. O presidente Obama foi informado do terremoto às 17h52 de 12 de janeiro e solicitou ao seu pessoal que se a assegurassem de que os funcionários da Embaixada estivessem a salvo e que começassem os preparativos para proporcionar a ajuda humanitária que fosse necessária.

De acordo com o relatório russo, o Departamento de Estado, USAID e o Comando Sul dos EUA começaram seu trabalho de “invasão humanitária” ao enviar pelo menos 10.000 soldados e mercenários, para controlar, no lugar da ONU, o território haitiano após o devastador “terremoto experimental”.

“A desordem é o melhor servidor da ordem estabelecida”. (Jean-Paul Sartre)

Pravda.ru

A Rússia insite em sua denúncia. Interessante é que, quando o presidente da Venezuela fez a mesma denúncia, o mundo não acreditou. 

Retirado de http://www.libertar.eu/news/russia-tambem-denuncia-eua-de-provocar-terremoto-no-haiti/

29 janeiro 2010

História de um Holocausto

História de um Holocausto


Para Robert Gates, secretário da Defesa de Obama, trata-se da segurança em primeiro lugar. Foi essa a sua lição depois do furacão Katrina. Primeiro os militares, depois a água. Blackwater antes da água potável.
Por Greg Palast, para o The Huffington Post

1.

Agradeça-se ao presidente por ter colocado equipas de resgate no ar de imediato. Refiro-me ao presidente da Islândia, Olafur Grimsso. Na quarta-feira, a Associação de Imprensa declarou que o presidente dos Estados Unidos prometeu que: "o contingente inicial de 2000 soldados deve ser enviado para o país devastado pelo terramoto nos próximos dias." Nos próximos dias, sr. Obama?

2.

Não existe tal coisa como um desastre "natural." 200 mil haitianos foram chacinados devido à existência de bairros de lata e aos planos de "austeridade" do FMI.

3.

Uma amiga ligou-me a perguntar se conhecia algum jornalista que conseguisse medicamentos para o pai dela. E acrescentou, tentando manter a voz: "a minha irmã está debaixo dos escombros. Vai vir alguém que possa ajudar, alguém?" Deveria dizer-lhe: "Obama vai enviar soldados para lá nos ‘próximos dias’"?

4.

A China enviou equipas de resgate com cães farejadores após 48 horas. A China, Sr. presidente. A China está a 8.000 milhas de distância. Miami é só a 700 milhas. Bases dos EUA em Porto Rico: praticamente lá.

5.

Robert Gates, secretário da Defesa de Obama afirmou, "Não sei de que forma este governo poderia ter respondido mais rápida e exaustivamente do que o fez." Nós sabemos que Gates não sabe.

6.

Do meu trabalho no terreno, sei que o FEMA (Federal Emergency Management Agency, Agência Federal de Gestão de Emergências) tem acesso a água potável, geradores, equipamento médico móvel e mais, para a assistência a furacões na Costa do Golfo. Ainda lá estão. O Tenente General do Exército Russel Honoré, que serviu como comandante nos trabalhos para a resposta imediata à emergência após o furacão Katrina, disse à Christian Science Monitor: "Pensei que tínhamos aprendido com o Katrina a levar comida e água e a começar a evacuar a população." Talvez tenhamos aprendido mas, aparentemente, Gates e o Departamento de Defesa faltaram às aulas nesse dia.

7.

Enviar soldados. É essa a resposta da América. É nisso que somos bons. O porta-aviões USS Carl Vinson apareceu finalmente ao fim de três dias. Com o quê? Foi teatralmente enviado – sem quaisquer apoios de emergência. Tem mísseis sidewinder e 19 helicópteros.

8.

Mas não se preocupem, a Equipa de Resgate Internacional, totalmente equipada e auto-suficiente para sete dias no terreno, enviou de imediato juntamente com dez toneladas de ferramentas e equipamento, três toneladas de: água, tendas, equipamento de comunicação avançada e equipamento para purificação da água. Eles são da Islândia.

9.

Gates não enviaria comida e água porque, segundo ele, não existia uma "estrutura … que garantisse a segurança." Para Gates, nomeado por Bush e mantido no cargo por Obama, trata-se da segurança em primeiro lugar. Foi essa a sua lição depois do furacão Katrina. Primeiro os militares, depois a água. Blackwater antes da água potável.

10.

Os anteriores presidentes dos EUA enviaram tropas para o terreno naquela ilha bastante mais rapidamente. O Haiti é a metade direita da ilha Hispaniola. É chamado de testículo direito do Inferno. A República Dominicana é o esquerdo. Em 1965, quando os dominicanos exigiram o regresso de Juan Bosch, o seu presidente eleito, deposto por uma junta, Lyndon Johnson reagiu rapidamente a esta crise, enviado 45.000 soldados dos EUA para as praias para evitar o regresso do presidente eleito.

11.

Como é que o Haiti acabou por ficar economicamente enfraquecido, com infra-estrutura, desde hospitais a sistemas de água, rebentadas ou inexistentes – existem dois quartéis de bombeiros no país inteiro – e infra-estruturas tão frágeis que o país estava simplesmente à espera que a "natureza" acabasse com elas?

Não se culpe a Mãe Natureza por todas estas mortes e destruição. Essa culpa cabe a Papa Doc e Baby Doc, a ditadura Duvalier, que roubou a nação durante 28 anos. Papa e o seu Baby meteram ao bolso cerca de 80% da ajuda mundial – com a cumplicidade do governo dos EUA, satisfeito por ter os Duvalier e as suas milícias, os Tonton Macoutes, como aliados durante a Guerra Fria. (A guerra foi facilmente ganha: os esquadrões da morte dos Duvalier assassinaram cerca de 60.000 opositores ao regime.)

12.

O que Papa e Baby não conseguiram roubar, foi acabado pelo FMI com os seus planos de "austeridade". Um plano de austeridade é uma espécie de magia negra orquestrada pelos economistas zombie-ficados por uma convicção irracional que os cortes nos serviços governamentais irão de alguma maneira ajudar a prosperidade da nação.

13.

Em 1991, cinco anos após a fuga do assassino Baby para o exílio, os haitianos elegeram um padre, Jean-Bertrand Aristide, que resistiu aos decretos dogmáticos de austeridade do FMI. Após alguns meses, os militares, para júbilo do Papá George HW Bush, depuseram-no.

A História repete-se, primeiro como tragédia, depois com a farsa. A farsa foi George W. Bush. Em 2004, depois do padre Aristide ter sido reeleito Presidente, foi raptado e deposto novamente, para júbilo do Bébé Bush.

14.

O Haiti já foi uma nação rica, a mais rica do seu hemisfério, valia mais, escreveu Voltaire no século XVIII, que essa colónia rochosa e fria chamada New England. A riqueza do Haiti estava no ouro negro: os escravos. Mas depois os escravos revoltaram-se – e têm pago por isso desde então.

De 1825 a 1947, a França forçou o Haiti a pagar uma contribuição anual para reembolsar os lucros perdidos pelos proprietários franceses de escravos em consequência da revolta dos seus escravos. Em vez de escravizar indivíduos haitianos, a França preferiu simplesmente escravizar a nação inteira.

15.

O Secretário Gates diz-nos, "Existem apenas alguns factos da vida que afectam a rapidez com que se fazem algumas destas coisas." O navio-hospital da Marinha vai lá estar daqui a cerca de uma semana. Grande trabalho, Brownie!

16.

Uma mensagem da minha amiga recebida. A irmã dela foi encontrada, morta; e a outra irmã dela teve de a enterrar. O pai dela precisa dos medicamentos anti-epilépticos dele. Isso também é um facto da vida, sr. presidente.



Através da nossa rede de jornalistas, estamos a tentar fazer chegar os medicamentos ao pai da minha amiga. Se algum leitor conhecer alguém que esteja a caminho de Port-au-Prince, por favor contacte Haiti@GregPalast.com Este endereço de email está protegido contra spam bots, pelo que o Javascript terá de estar activado para poder visualizar o endereço de email imediatamente.

Recomenda-se uma leitura urgente – The Black Jacobins: Toussaint L’Ouverture and the San Domingo Revolution, a história da revolta bem sucedida dos escravos em Hispaniola de autoria do brilhante CLR James.

Traduzido por: Sara Vicente

in http://zequinhabarreto.org.br/?p=5396

Os mercenários dos EUA estão de olho no Haiti

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Os mercenários dos EUA estão de olho no Haiti

Vimos este tipo de exploração de desastre "estilo Iraque" em Nova Orleans, e você pode esperar ver muito mais disso no Haiti nos próximos dias, semanas e meses. Empresas de segurança privada estão tendo sinais de lucros vultosos no Haiti, em grande parte graças à propaganda da mídia sobre os “saqueadores”.

Jeremy Scahill, em The Nation

Depois do Katrina, o número de empresas de segurança privada registrado (e não registrado) multiplicou do dia para a noite. Bancos, gente endinheirada, governo norte-americano - todos contrataram segurança privada. Até eu me deparei com mercenários israelenses operando o controle armado de um condomínio de luxo em Nova Orleans. Eles trabalhavam para uma companhia chamada Instinctive Shooting International (algo como "Fuzilamento Instintivo Internacional"). Não é uma piada.

Agora, estão entrando com tudo para engrenar no Haiti.

Uma entidade de mercenários com nome orwelliano, a Associação Internacional das Operações de Paz (IPOA), não perdeu muito tempo para oferecer os “serviços” de suas empresas associadas e cair em cima do Haiti com uma antiquada “assistência humanitária” na forma de exploração do desastre.

Horas após o grande terremoto no Haiti, a IPOA criou uma página especial na internet para clientes em potencial, dizendo: “Logo após o trágico evento no Haiti, as associadas da IPOA estão disponíveis e preparadas para fornecer uma imensa variedade de serviços de assistência às vítimas do terremoto”.

Enquanto algumas das empresas são especializadas em construção rápida de casas, abrigo emergencial e transporte, outras são de segurança privada que operam no Iraque e no Afeganistão, como a Triple Canopy, a companhia que assumiu o contrato da Blackwater e do Departamento de Estado no Iraque. Durante anos, a Blackwater teve um papel muito importante na IPOA até deixar a entidade, em 2007, após o massacre na Praça Nisour.

Em 2005, ainda como membro-líder da IPOA, o proprietário da Blackwater, Erik Prince, concentrou suas forças em Nova Orleans logo após a passagem do furacão Katrina. Longe de algum tipo de presente generoso ao povo sofrido do Golfo do México, Blackwater faturou algo em torno de 70 milhões de dólares em contratos de segurança que começou com um enorme contrato sem licitação para fornecer serviços de proteção para a FEMA (Agência Federal de Administração de Emergência, na sigla em inglês). Blackwater faturou dos contribuintes norte-americanos 950 dólares por homem a cada dia.

O atual programa sob o qual empresas de segurança armada trabalham para o Departamento de Estado no Iraque – o Programa Mundial de Proteção Pessoal – tem raízes no Haiti durante o governo Clinton. Em 1994, forças privadas dos EUA, como a DynCorp, tornou-se um importante elemento das operações norte-americanas no país depois da derrubada de Jean-Bertrand Aristide pela CIA – por trás do esquadrão da morte.

Quando o presidente Bush invadiu o Iraque, sua administração expandiu radicalmente o programa e transformou-o na força paramilitar privada que é hoje. Até ser derrubado, em 2004, Aristide era protegido por uma empresa de segurança privada de São Francisco, a Steele Foundation.

Além do estabelecimento das atividades da indústria mercenária no Haiti, há mais histórias como esta.

Em 15 de janeiro, uma companhia com sede na Flórida chamada All Pro Legal Investigations registrou a URL "Haiti-Security.com". É basicamente uma cópia do website da companhia norte-americana, mas agora é procurada para negócios no Haiti, afirmando que o “objetivo deste site é garantir empresas de construção e reconstrução levando em conta um projeto de segurança profissional acessível ao Haiti”.

“Toda a proteção e segurança tem sido um compromisso com a comunidade haitiana e forneceremos segurança profissional contra qualquer ameaça à prosperidade no Haiti”, declara o site. “Locais de trabalho e abastecimento de comboios serão protegidos contra saqueadores e vândalos. Trabalhadores serão protegidos contra a violência de gangues e intimidação. O povo do Haiti se recuperará com a ajuda de pessoas boas de todo o mundo”.

A empresa se gaba de ter executado “milhares de missões bem-sucedidas no Iraque e Afeganistão”. O mesmo faz com sua equipe: “todo membro de nosso grupo é um ex-oficial de paz ou ex-oficial do serviço militar”, diz o site. “Em matéria de experiência operacional, treinamento e qualificação, escolha a All Protection and Security para a grande ameaça à necessidade de segurança do Haiti”.

Entre os serviços oferecidos, estão: “término de grandes ameaças”, lidar com “agitação de trabalhador”, guardas armados e “escoltas a carregamento de armas”. Ah, e aparentemente eles estão contratando.

O que está se desenrolando no Haiti parece ser parte do que Naomi Klein rotulou de “doutrina de choque”. De fato, no blog da Heritage Foundation, a oportunidade na crise foi construída com um post intitulado: “Em meio ao sofrimento, crise no Haiti oferece oportunidade aos EUA”.

“Além de fornecer assistência humanitária imediata, os EUA respondem ao trágico terremoto no Haiti oferecendo oportunidades para reconstruir o longo período de governo e economia disfuncionais do Haiti bem como melhorar a imagem pública dos EUA na região”, escreveu a Heritage, seguida de Jim Roberts em um post que foi posteriormente mudado para moderar o tom da linguagem da doutrina de choque.

O título foi depois alterado para: “Coisas para lembrar enquanto ajuda o Haiti” e o texto mudou para “Além de fornecer assistência humanitária imediata, os EUA respondem ao trágico terremoto no Haiti devendo chamar a atenção para as preocupações de longa data sobre o frágil ambiente político que existe na região”.

Fonte: Opera Mundi

Leia também:
"A 'segurança' que os EUA levam ao Haiti é para quem?"
Naomi Klein alerta para "capitalismo do desastre" no Haiti

28 janeiro 2010

Terremoto no Haiti

Confirmado: terremoto no Haiti foi fabricado pelos EUA
Publicado por Veganoem janeiro 27, 2010 em Prática da Conspiração.


No exato dia em que o terremoto no Haiti aconteceu, comentei com pessoas de meu convívio próximo: “Muito provavelmente isso não foi um terremoto natural”. Dias depois, lendo notícias na internet, descubro que o humanitário e benevolente EUA está por toda a parte do Haiti! Assisti a um vídeo (vou tentar lembrar aonde e o coloco aqui) em que um haitiano dizia que a presença dos Estados Unidos no país está tamanha, que só falta eles astiarem sua bandeira por lá.

Declarações oficiais sobre o terremoto no Haiti
Os que acompanham as notícias sabem que Hugo Cháves declarou que o terremoto no Haiti foi provocado pelos Estados Unidos e, mesmo diante da (já esperada) ridicularização da “imprensa oficial” (e dos macaquinhos de imitação que repropagam o que a mainstream midiática quer), seus argumentos fazem sentido, como, por exemplo, “Quem disse que fazem falta soldados com fuzis e metralhadoras? Isso é agravar o problema. Obama, mande médicos, tendas, remédios”.

E não faz sentido? Se uma catástrofe atinge um local do mundo e um país, dito o mais rico do mundo, envia soldados?! Não que os EUA não tenham também doado dinheiro e suprimentos, mas, o país mais próspero do globo terrestre, que se vangloria ao afirmar que tem nobres intenções em ajudar o povo haitiano, precisa organizar campanhas para seus concidadãos tirarem dinheiro do próprio bolso?

E onde estava os soldados nessa hora?
O Relatório da Frota Russa do Norte
Mas Chávez não disse isso sem bases, não foi algo inventado de sua criativa mente política. Ele teve uma base, que foi o relatório feito pela Frota Russa do Norte (Marinha Russa), que elaborou esse documento apontando fortes indícios de que o terremoto no Haiti foi fabricado pelos EUA em um “teste com armas” (alguém lembrou da HAARP?) – como pode ser visto no artigo “Haiti: Os EUA criaram o terremoto do Haiti?“, do blog ANNCOL Brasil. Em um dos trechos do relátorio, consta que

é “mais do que provável” que a Marinha dos EUA teve “conhecimento total” do catastrófico dano que este teste de terremoto poderia ter potencialmente sobre o Haiti e que tinha pré-posicionado o seu Comandante Delegado do Comando Sul, General P.K. Keen, na ilha para supervisionar os trabalhos de ajuda se fossem necessários.

Em outro trecho, está registrado que o Departamento de Estado, Agência Americana de Cooperação para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e o Comando Sul dos EUA começaram a invasão humanitária ao enviar pelo menos dez mil soldados e empreiteiros para controlar, no lugar da Organização das Nações Unidas, o território haitiano após o devastador terremoto experimental.

O passado da ações estadunidenses
O projeto HAARP (que, inclusive, possui site oficial) já é alvo dos críticos aos teóricos da conspiração há tempos – críticos esses que merecem o ditado: “O pior cego é aquele que não quer ver”). Mas, será mesmo teoria o episódio de Pearl Harbor, por exemplo, onde os EUA já sabiam com antecedência de semanas o que iria acontecer? E o inside job do 11 de setembro? O “ataque terrorista” já foi desmentido através de livros, documentários, sites, manifestos e, principalmente, pela omissão do governo dos EUA de fatos e informações sobre o acontecido, deixando “em aberto” inúmeras dúvidas e questões imprescindíveis para o total entendimento.

O fato de oficiais do governo norte-americano já estarem devidamente posicionados, estrategicamente, com o objetivo de “supervisionar trabalhos de ajuda”, é informação sem valor?

Quando países do globo, que possuem autonomia e reconhecimento perante a comunidade internacional, declaram que determinado evento – o terremoto no Haiti – foi provocado por “testes” com armas estadunidenses, realmente isso não é passível de credibilidade?

in http://www.pensandonisso.com/pratica-da-conspiracao/confirmado-terremoto-no-haiti-foi-fabricado-pelos-eua/