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“O castigo que existe para aqueles que não se interessam pela política é serem governados por aqueles que se interessam”.
Arnold Toynbee, economista inglês do século XIX.

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15 janeiro 2010

GlaxoSmithKline

A GlaxoSmithKline (GSK) é uma companhia multinacional de investigação farmacêutica.

«Temos uma missão que é ao mesmo tempo um desafio e uma inspiração: melhorar a qualidade de vida humana, permitindo aos indivíduos uma vida com melhores perspectivas, maior longevidade e com mais qualidade. Esta missão leva-nos a desenvolver medicamentos e produtos inovadores que ajudam milhões de pessoas em todo o mundo.

Somos uma das poucas companhias farmacêuticas que investiga, quer medicamentos, quer vacinas, no âmbito das três doenças definidas como prioritárias pela Organização Mundial de Saúde – VIH/SIDA, Tuberculose e Malária. Sentimos muito orgulho em termos desenvolvido alguns dos medicamentos líderes nestas áreas.

Com sede no Reino Unido e operações nos Estados Unidos da América, somos um dos líderes da indústria, com cerca de sete por cento do negócio farmacêutico ao nível mundial.

Para nós, ser líder é sinónimo de responsabilidade, o que significa que nos preocupamos com o impacto que temos na vida das pessoas e nos lugares onde desenvolvemos a nossa missão, no sentido de melhorar as condições de saúde em todo o mundo.

Também significa que devemos ajudar os países em vias de desenvolvimento onde doenças debilitantes afectam milhões de pessoas e onde o acesso a medicamentos e vacinas vitais constituem um grave problema. Para estarmos à altura deste desafio, estamos empenhados no fornecimento de medicamentos a preços reduzidos onde estes são mais precisos.

Produzimos medicamentos em seis grandes áreas terapêuticas – oncologia, respiratória, anti-infecciosos, sistema nervoso central (SNC), gastrointestinal e metabólica (diabetes). Somos ainda líderes na importante área das vacinas.

Temos, também, um portfolio de produtos da área de consumo – Consumer Healthcare - que inclui medicamentos não sujeitos a receita médica ou OTC (over-the-counter) e produtos de higiene oral, situando-se todos eles entre os líderes de mercado.

Somos uma equipa criativa, orientada para a melhor forma de desempenhar o trabalho. Atravessamos fronteiras, partilhamos e aprendemos uns com os outros. Focamo-nos no desempenho, mas reconhecemos que não há sucesso sem integridade. Em tudo o que fazemos colocamos sempre o doente em primeiro lugar.

Empregamos mais de 100,000 trabalhadores em mais de 100 países. Mais de 32,000 colaboradores trabalham em 104 fábricas dispersas por 40 países e 15,000 colaboradores trabalham na área de Investigação e Desenvolvimento (I&D).

Em Portugal, somos uma das maiores empresas farmacêuticas, com 275 colaboradores, 225 na área dos produtos farmacêuticos e 50 na área de grande consumo. A média etária dos nossos colaboradores situa-se nos 40 anos e um nível de antiguidade próximo dos 12 anos. Temos ainda 42% de mulheres e 58% de homens.»

in https://www.gsk.pt/quemsomos-nossacompanhia.html
Ver mais em http://www.gsk.com/

GlaxoSmithKline




Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre.

A GlaxoSmithKline é uma companhia farmacêutica e de cuidados de saúde. É a segunda maior farmacêutica no mundo a seguir à norte-americana Pfizer, a par da suiça Novartis. Teve um volume de vendas de 21,66 mil milhões de libras e um lucro de 6,9 mil milhões de libras em 2005. Emprega 100,000 pessoas em todo o mundo, das quais 40,000 pertencem ao departamento de vendas e marketing.A sede da companhia fica em Brentford Middlesex, no Reino Unido. A base de operações fica em Filadélfia, nos Estados Unidos. Futuro prometedor com o lançamento do Medicamento, TYKERB, no mercado oncológico, já aprovado no FDA.

Website http://www.gsk.com/

14 janeiro 2010

OMS - H1N1

Gripe A: OMS nega conivência com farmacêuticas
14-Jan-2010

A Organização Mundial de Saúde defendeu-se das acusações de ter criado uma "farsa" com a pandemia da gripe A em benefício dos produtores de vacinas.

O responsável pela luta contra a gripe A na OMS disse que a organização manteve contato com as farmacêuticas e laboratórios para garantir que estes uniriam esforços na luta contra a pandemia, mas que "em nenhum caso fomos influenciados por interesses comerciais".

Keiji Fukuda explicou que nas análises prevaleceu o "princípio da precaução", ou seja "preparar-se para o pior e esperar que ocorra o melhor". E acrescentou que as críticas são "desrespeitosas" para as 13 mil pessoas mortas por causa desta doença. Respondendo a quem acusa a OMS de ter exagerado a gravidade da pandemia, Fukuda lembra que "desde o início, a OMS disse que podia ser de moderada a severa".

A OMS admitiu esta semana submeter-se a uma avaliação por peritos independentes, mas só após ser declarado o fim da pandemia, o que poderá demorar anos a acontecer. A declaração surgiu depois da organização ter sido duramente criticada esta semana pelo presidente da comissão de saúde da Assembleia do Conselho da Europa.

"A grande campanha de pânico que vimos foi uma oportunidade de ouro para os representantes dos laboratórios que sabiam que eles iriam atingir o jackpot, no caso de uma pandemia ser declarada", afirmou Wolfgang Wodarg, acrescentando que esta pandemia "é um dos grandes escândalos de medicina do século”. A Assembleia aprovou a sua proposta de investigação sobre o papel das empresas farmacêuticas na definição das escolhas políticas face à gripe A e vai debater o assunto no próximo dia 25.

"Queremos esclarecer tudo que causou esta grande operação de desinformação. Nós queremos saber quem fez as decisões, com base em quais provas, e precisamente como a influência da indústria farmacêutica passou a ostentar-se na tomada de decisões", declarou Wodarg, acrescentando que um grupo de pessoas na Organização Mundial de Saúde "está associado estreitamente com a indústria farmacêutica" que já lucrou 5 mil milhões de euros com o fabrico de vacinas.

O debate sobre o tema está a ganhar terreno em países como a Inglaterra, que se pergunta agora o que fazer com mil milhões de libras em vacinas encomendadas no momento auge do receio pelo H1N1. Os planos de contingência ingleses previam 65 mil mortes e foram dadas instruções para a preparação das morgues e do exército para prevenir os motins esperados pelo acesso à vacina. Mas ao todo morreram 251 pessoas, muitas delas doentes crónicas.

O jornal Daily Mail contribuiu para adensar as suspeitas de conflito de interesses, ao noticiar que Roy Anderson - um cientista conselheiro do governo sobre a resposta à gripe A - é um dos quadros superiores da GlaxoSmithKline, uma das farmacêuticas que mais ganhou com a venda de vacinas.

in http://www.esquerda.net/content/view/14928/26/